Artista

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Amilcar de Castro

1920 — 2002

Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Acrílica sobre tela, Ed. única, 130x130cm
C 2307, Déc. de 90
C 2307,
Acrílica sobre tela, 130x195cm
CDQ 30, Déc. de 90
CDQ 30,
Escultura em aço corten, 120x120x2.5cm
CDR-38, 1996
CDR-38,
CDR-38, 50x50x1.2cm
CDV-20, 1995
CDV-20,
Escultura em aço corten, 21x14x0.3cm
CDV-24, 1995
CDV-24,
Escultura em aço corten, 26x13x0.3cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Aço e madeira, 70x70x20cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Madeira, 23x23x7cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Blocos em madeira maçiça Maçaranduba, 30.5x30x7cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Madeira, 30x30x7cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Aço, 100x100x2.5cm
Sem título, Déc. de 70
Sem título,
Acrílica sobre tela, Ed. única, 100x170cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Acrílica sobre tela, 120x175cm
Sem título, Déc. de 80
Sem título,
Acrílica sobre tela, Ed. única, 130x130cm
Sem título, Déc. de 70
Sem título,
Acrílica sobre tela, Ed. única, 160x130cm
Sem título, 2012
Sem título,
Acrílica e óleo sobre madeira, Ed. única, 195x300cm
Sem título, 1996
Sem título,
Sem título, 210x210cm
Sem título, 1998
Sem título,
Sem título, 210x210cm
Shiva, 1955
Shiva,
Ferro, 90x150x155cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Madeira, 23x23x7cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Madeira, 23x23x9cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Madeira, 30x30x7cm
Sem título, Déc. de 90
Sem título,
Aço corten, 60x20x1.2cm


Em 2005, a Quinta Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, o escolheu como o grande homenageado do evento, a partir da indicação do Curador-Geral, Paulo Sergio Duarte. Coube ao Curador-Assistente da Bienal, José Francisco Alves, a curadoria das cinco exposições do homenageado, em diversos locais e instituições de Porto Alegre, se constituindo na maior e mais completa exibição de trabalhos do artista até hoje realizada, com obras de coleções de vinte e oito cidades, de cinco estados brasileiros.

Um dos destaques dessa Bienal do Mercosul foi a pesquisa e a exposição, pela primeira vez, da ampla produção de Amilcar de Castro nas artes gráficas, como paginador e ilustrador, da década de 1950 a princípios do séc. XXI, em especial com originais e fac símiles de jornais, livros, revistas, cartazes e outras peças gráficas, tais como os trabalhos realizados para a Manchete (revista), entre 1956 e 1957, o Jornal do Brasil, entre 1957 e 1961, e o Jornal de Resenhas da Folha de S. Paulo, entre 1999 e 2003. No dia 6 de dezembro de 2000 recebeu a Medalha de Honra da UFMG.

Amilcar de Castro é considerado pelos críticos e historiadores da arte um dos escultores construtivos mais representativos da arte brasileira contemporânea.

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