Artista

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Nelson Leirner

1932 —

Mona, 2017
Mona,
Papel fotográfico, formica, alumínio, 130x130cm
Biblioteca - série era uma vez, 2004
Biblioteca - série era uma vez,
Fotografia, 430x275cm
Uma conversa com WK, 2014
Uma conversa com WK,
Técnica mista, 200x140cm
Sotheby's, 2012
Sotheby's,
Colagem, 20x30cm
Santa Ceia, 2013
Santa Ceia,
Técnica mista, 65x100cm
Quadro a quadro, 2012
Quadro a quadro,
Técnica mista, 40x30x10cm
Missa móvel dupla, 2007
Missa móvel dupla,
Técnica mista, 22x160x40cm
Mapa da série Assim é... se lhe parece, 2010
Mapa da série Assim é... se lhe parece,
Fotografia, 150x115cm
Homenagem a Fontana, 1967- 2009
Homenagem a Fontana,
Lona e ziper, 500x180cm
Colares, 2009
Colares,
Técnica mista, 45x65cm
Construtivismo artesanal, 2015
Construtivismo artesanal,
Tapeçaria, 140x130cm
Aonde tem faísca tem fogo..., 2017
Aonde tem faísca tem fogo...,
Tapeçaria e carvão, 98x150x11cm
Quebra-cabeça, 1965
Quebra-cabeça,
Fotografia, madeira e alumínio, 130x130cm
O valor da arte, 2013
O valor da arte,
Técnica mista, 65x55x30cm
Uma linha dura não dura, 1978
Uma linha dura não dura,
Lápis de cor e caneta sobre papel, moldura de madeira e espiral em acrílico, 145x100cm
Sinfonia inacabada, 2018
Sinfonia inacabada,
Lã e trama, 240x95cm
Piano, 2017
Piano,
Lã e trama, 240x120cm
Espelho, espelho meu, 2018
Espelho, espelho meu,
Lã e trama, 225x100cm
Boetti descontruido II, 2018
Boetti descontruido II,
Lã e trama, 260x130cm
Abracadabra, 2017
Abracadabra,
Lá, trama, plástico, 110x158x11cm


A presença de elementos da cultura popular brasileira, marcante desde os anos 1960, cresce a partir da década de 1980. Em 1985, realiza a instalação “O Grande Combate”, em que utiliza imagens de santos, divindades afro-brasileiras, bonecos infantis e réplicas de animais. Pretende converter em arte o que é considerado apenas cotidiano e banal. Seu trabalho se apropria de imagens artísticas banalizadas pela sociedade de consumo. De maneira bem-humorada, lida com as reproduções da “Gioconda (Monalisa)”, de Leonardo Da Vinci, e “A Fonte”, de Duchamp, como tema artístico. Com a mesma ironia, o artista replica sobre couro de boi imagens da tradição concreta brasileira, na série “Construtivismo Rural”. Em 1994 recebe o prêmio APCA de “Melhor Exposição Retrospectiva do Ano”. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1997, e coordena o curso básico da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – EAV/ Parque Lage.Em 1998 recebe o prêmio “Johnny Walker de Arte Contemporânea”. Em 1999 representa o Brasil na Bienal de Veneza o que lhe abre portas para uma carreira internacional tanto em galerias como em instituições. Participa das mais importantes feiras de arte no exterior, tais como: Arco, Basel, Miami Basel, Dubai e expõe na Suíça, Alemanha, Espanha, Portugal, Inglaterra, França e Estados Unidos. Em 2007 é reconhecido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) com o prêmio “Trajetória de um artista”, e em 2009 recebe uma homenagem do Instituto Cultural Itaú como “Artista Referência“, com a exposição “Ocupação”, onde também é lançado o documentário “Assim é… se lhe parece” em sua homenagem.

De 2005 a 2007 participa da exposição “Tropicália” que inaugura no Museu de Arte Contemporânea de Chicago, seguindo depois para o Bronx Museum em Nova York, Casa da Cultura em Berlim, Barbican Centre em Londres, e finaliza no MAM – Rio. Participa da exposição “Dreamlands” no Centre Pompidou, Paris, em 2010, e expõe na 29º Bienal de São Paulo com uma sala especial no mesmo ano. Em 2011 realiza a retrospectiva “Nelson Leirner 2011-1961 = 50 anos”, na FIESP/SESI-SP. No mesmo ano abre em Miami a mostra “Who is Who” e também é homenageado pelo Instituto Tomie Ohtake com uma sala especial na exposição “Beuys e bem além de ensinar como arte”. Em 2014 abre exposição na Fundação Eva Klabin, no Rio de Janeiro, chamada “Minha casa, minha vida. Inaugurou em abril de 2015 a exposição itinerante “Pop International” primeiro no Walker Art Center em Minneapolis e posteriormente, em 2016, no Philadelphia Museum of Art. Em 2017 o artista participou da mostra itinerante “Vastidão dos mapas – arte contemporânea em diálogos com mapas da Coleção Santader Brasil” com curadoria de Agnaldo Farias, e das coletivas “How to read El pato Pascoal” no Mak Center for Art + Architecture, na Califórnia, e “Ready Made in Brasil”, na FIESP/SESI-SP. Para 2019 está já agendada a exposição itinerante “Pop América, 1965-1975”, que terá início no Nasher Museum of Art at Duke University, na Carolina do Norte.

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